A fisioterapia e a qualidade de vida após um AVC!

As pessoas que sofreram um AVC (Acidente Vascular Cerebral) enfrentam muitas dificuldades ao realizar tarefas do cotidiano, uma vez que a lesão sofrida pelo cérebro limita os movimentos.

Antes de falar sobre o tratamento pós-AVC com um fisioterapeuta, vamos entender as causas e os sintomas.

O AVC, também conhecido como derrame, é caracterizado por uma perda rápida de função neurológica, decorrente do entupimento ou rompimento dos vasos sanguíneos cerebrais. Quando ocorre o entupimento chamamos de AVC isquêmico e quando há o rompimento dos vasos sanguíneos chamamos de AVC hemorrágico.

AVC_Hemorragico_Isquemico
Infográfico – AVC Hemorrágico e Isquêmico

Essa doença ocorre de maneira súbita, podendo paralisar ou dificultar os movimentos dos membros de um mesmo lado do corpo, conhecida como hemiplegia (paralisia) e hemiparesia (fraqueza), além da dificuldade na fala ou articulação das palavras e dificuldade visual súbita de uma parte da visão.

No tratamento de um paciente com AVC o médico deve intervir em caráter de urgência, após essa intervenção, sabemos que o paciente ainda carregará consigo algumas seqüelas e estas deverão ser tratadas junto a um fisioterapeuta.

O fisioterapeuta deve iniciar o tratamento assim que o paciente estiver estável e ciente de sua situação. O tratamento fisioterápico precoce, intensivo e eficaz é capaz de prevenir possíveis complicações, aumentando a expectativa e a qualidade de vida do paciente.

O intuito deste tratamento é a reabilitação do paciente para que ele possa manter ou progredir para um maior grau de independência.

O fisioterapeuta iniciará o tratamento através de atividades de simples movimentação de ambos os lados do corpo, para que o paciente tenha maior segurança ao movimentar-se. Também serão realizados exercícios para fortalecimento e alongamento muscular, treinos de equilíbrio, além de estímulos para recuperação da sensibilidade.

Mais importante do que este tratamento é a prevenção, pois conhecendo os fatores de risco fica mais fácil evitar a ocorrência de um AVC. Dentre os fatores de risco, os principais são a hipertensão arterial, doenças cardíacas, colesterol, tabagismo, alcoolismo, diabetes, histórico de doença vascular anterior, obesidade e sedentarismo.

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