Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA)

Com a onda de desafios que tomou conta das redes sociais muitas pessoas ouviram falar sobre a “ELA” – Esclerose Lateral Amiotrófica, mas nada tão aprofundado a ponto de entenderem as reações causadas aos portadores da doença e assim promoverem desafios que realmente ajudassem essa causa.

A esclerose lateral amiotrófica (ELA) é provocada pela degeneração progressiva de um neurônio motor superior no cérebro e outro neurônio motor inferior na medula, o quais são células nervosas que ativam os movimentos corporais e que ao perderem a capacidade de transmitir os impulsos nervosos, dão origem à doença, ou seja, o músculo não responde mais como antes, pois não recebe a informação vinda dos neurônios de que o movimento deve ser realizado, como se houvesse uma ruptura no “caminho” por onde essa informação é enviada para o músculo, fazendo com ele não a receba.  Recentemente foram realizados estudos em ratos que indicaram a ausência de  uma proteína chamada parvalbumina e que pode estar relacionada com a deficiência celular característica da doença. Este tipo de Esclerose acomete mais os homens do que as mulheres, a partir dos 45/50 anos e os atletas representam a população de maior risco, devido ao uso excessivo da musculatura, com o passar do tempo, apesar de não se ter conhecimento da real causa da doença.

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Diagnóstico

Eis uma das maiores dificuldades relacionadas a doença, o diagnóstico! Normalmente o paciente irá passar de mais de 3 médicos até que feche por completo o diagnóstico devido aos sintomas que podem ser confundidos com diversas outras patologias.

Sintomas

O principal sintoma é a fraqueza muscular, acompanhada de enrijecimento dos músculos (esclerose), inicialmente em um dos lados do corpo (lateral) e atrofia muscular (amiotrófica), mas existem outros sintomas que devem ser levados em consideração: cãibras, tremor muscular, reflexos vivos, espasmos e perda da sensibilidade.

Tratamento

O tratamento requer uma equipe multidisciplinar sendo o acompanhamento feito pelo médico, fisioterapeuta, fonoaudiólogo e nutricionista. Aqui vamos focar no tratamento fisioterapêutico, que deve ser voltado para o treino de equilíbrio, coordenação, consciência corporal, alongamentos, hidroterapia e ainda estimulo de sensibilidade.

PREVENÇÃO,QUEDAS

Embora a ELA seja uma doença degenerativa irreversível, não há como fazer prognósticos. Em alguns casos, a pessoa vive muitos anos e bem.

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