Peeling, uma boa aposta para uma pele perfeita.

Quem não quer exibir por aí uma pele lisa, viçosa e sem manchas? Além de uma boa alimentação, alguns tratamentos estéticos ajudam a manter a beleza em dia.
E uma opção muito procurada pelas mulheres é o peeling.

E para quem não conhece o procedimento, o primeiro passo é consultar um bom dermatologista.

Ele vai avaliar se há mesmo necessidade de realizar o procedimento e qual é o mais indicado para a sua pele, todos os tipos de pele podem receber aplicações de peeling, porém, nem todos os tipos de pele podem receber qualquer tipo de peeling. Por esse motivo é importante consultar um especialista.

Além disso, a pele deve estar preparada para receber o tratamento. Em geral ela tem que estar bem higienizada e não apresentar nenhum processo inflamatório em atividade no momento do procedimento, como herpes ou psoríase, por exemplo.

O especialista lembra ainda que os peelings são classificados em superficiais, médios e profundos. Dependendo do tipo de pele (oleosa, mista, seca), fototipo (cor de pele), idade do indivíduo e objetivos traçados é que será definida a profundidade a ser atingida no processo. Assim, os custos também irão variar de acordo com o tipo de peeling e quantidade de sessões necessárias.

Agora enumeraremos os tipos de peeling encontrados no mercado e suas respectivas funções. Conheça:

Peeling químico: é aquele que utiliza produtos químicos, normalmente ácidos (retinóico, glicólico, tricloroacético entre outros). Dentre as finalidades estão as correções ou atenuações de marcas, manchas, linhas e rugas, além de proporcionar uma melhor qualidade da pele num âmbito geral.

Peeling físico ou dermoabrasivo: utiliza lixamentos e abrasões na pele com técnicas de esfoliação manual ou com aparelhos. A finalidade primordial é a retirada superficial de pele que, devido à rápida capacidade de reprodução, logo se regenera, ganhando novo aspecto, visual mais viçoso e rejuvenescido. Normalmente esses peelings não atingem camadas mais profundas. Portanto, são indicados para a maioria dos tipos de pele, exceto as de fototipos mais altos (muito morenas e negras), que sempre necessitam de uma avaliação mais criteriosa.

Peeling biológico ou enzimático: esse peeling faz uso de enzimas que removem as camadas mais superficiais da pele, promovendo um processo de renovação celular e um aspecto mais jovial e sem manchas. Por se tratarem de peelings mais superficiais, não há contra-indicações absolutas.

Peeling vegetal: também chamado de gommage, corresponde a uma espécie de látex que, após um breve período de repouso, forma grumos sobre a pele. Durante a massagem esfoliante o produto retira as células mortas do extrato córneo (superfície da pele), deixando-a limpa e macia. Como o procedimento é mais superficial, normalmente não há contra-indicações.

Peeling a laser: classificado de médio a profundo, atualmente o laser de CO2 fracionado tem despertado muito interesse da população. Pois associa técnicas inovadoras e propicia uma rápida recuperação com respostas significativas, como rejuvenescimento, retirada de manchas e minimização de cicatrizes (depressões de acne), além de uma melhora evidente na flacidez facial. O procedimento também é indicado para cicatrizes e manchas residuais corporais e estrias.

Os cuidados antes e depois variam de acordo com o tipo de peeling, mas no geral, deve-se evitar exposição solar nas primeiras semanas pós-peeling e procurar tratamentos dermatológicos que possam manter os resultados.

Fonte: maisequilibrio.terra.com.br

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