Superando as barreiras do autismo junto à Terapia Ocupacional!

Autismo_T.O.

O TEA (Transtorno do Espectro Autista), caracterizado por transtornos no desenvolvimento cerebral, é comumente conhecido como Autismo.

Essa disfunção pode ser observada através de diversos sintomas, como por exemplo, deficiência na fala, no convívio social e comportamental. Porém algumas crianças, apesar de autistas, apresentam inteligência e fala intactas, enquanto outras apresentam dificuldade extrema no desenvolvimento da linguagem. Atualmente é possível detectar o autismo antes dos 2 anos de idade, o que pode auxiliar no tratamento e desenvolvimento da criança.

A Terapia Ocupacional exerce um papel importante sobre o desenvolvimento do autista, pois ao se trabalhar as atividades da vida diária (AVD) como vestir, tomar banho, alimentar, arrumar-se e pentear-se e outras habilidades como usar o telefone, escrever, movimentar-se na cama, sentar-se e transferir-se de um lugar ao outro, proporciona o maior grau de independência possível.

Em crianças o tratamento tem com prioridade a fala, a interação social e o suporte familiar. Com adolescentes trabalha-se o desenvolvimento de habilidades sociais, profissionais e terapia para desenvolvimento de uma sexualidade saudável. Já o tratamento de adultos com autismo o foco é o desenvolvimento da autonomia, ensino de regras para uma boa convivência social e a manutenção das habilidades já aprendidas.

O tratamento com a Terapia Ocupacional tem como objetivo estimular o desenvolvimento social e comunicativo; aprimorar o aprendizado e a capacidade de solucionar problemas e principalmente orientar as famílias a lidarem com o autismo.

Intervir, junto ao Terapeuta Ocupacional precocemente, pode trazer uma melhora tão significativa para alguns indivíduos, que os traços característicos do autismo ficam imperceptíveis para quem não conhece o histórico comportamental desses indivíduos.

Devemos ressaltar que o quadro de autismo não é algo estático, ou seja, alguns sintomas podem desaparecer, outros podem se agravar, uns ainda podem se modificar e novas características podem vir a surgir, por isso é necessária ter diagnósticos sistemáticos e periódicos.

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