Você quer ter uma vida mais saudável e com mais beleza?

É óbvio que sim. Então, mesmo que você faça tratamentos estéticos, precisará de uma reeducação alimentar, não é mesmo?

Somente assim, você conseguirá perder peso, melhorar a saúde e aumentar sua autoestima.

Pensando nisso, nós fizemos este superconteúdo que aborda os temas mais importantes sobre alimentação.

Acreditamos que depois de ler esse conteúdo, você terá o conhecimento necessário para mudar completamente a sua vida.

É isso que você quer? Então, veja tudo que preparamos para você!

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Boa leitura!

O que é reeducação alimentar?

Reeducação alimentar acontece quando a pessoa muda seus hábitos e comportamentos alimentares. O objetivo é solucionar e prevenir doenças, além de emagrecer. Depois de realizar a reeducação alimentar, muitas pessoas conseguem ver o quanto a alimentação influencia em nosso dia a dia.

Como a reeducação alimentar influencia no equilíbrio fisiológico?

Está mais que comprovado que a alimentação tem grande influência em nosso estado físico e psicológico.

Quanto maior o nosso contato direto com a natureza e quanto mais comemos alimentos ricos em substâncias saudáveis, mais nosso corpo se torna belo, forte, flexível, e assim, comseguimos dominar emoções que nos limitam como: medos, julgamentos, raiva, frustrações.

Reeducação alimentar

equilíbrio fisiológico e a saúde física dependem principalmente de três funções que podem agregar grande qualidade de vida: 

  1. Alimentação
  2. Metabolismo
  3. Eliminação

Se compararmos nosso corpo a um fogão à lenha, a alimentação é o combustível, o metabolismo é a combustão e a eliminação é a evacuação de resíduos.

Quais são os problemas das toxinas?

Alimentos de mais ou de menos e alimentos inadequados, o metabolismo muito lento e a eliminação insuficiente provocam a retenção de resíduos que deveriam ser evacuados: as toxinas.

As toxinas provocam sintomas (sensações desagradáveis) para avisar que está havendo um desequilíbrio. Se ignorarmos essa campainha de alarme, a capacidade de eliminação dos órgãos excretores (fígado, rins, intestinos, pulmões, pele) fica saturada, e aparecem sintomas gerais de intoxicações.

Quando o organismo está em equilíbrio, os sinais instintivos são fáceis de perceber, e somos guiados para uma alimentação em que cada garfada é uma festa.

Como a alimentação se relaciona com a mente?

Para começar, precisamos perceber a nossa maneira de viver, sem modificá-la, para estabelecer uma relação entre o que comemos e como nos sentimos e assim, a iniciativa de mudança vai ser racional, começando com a substituição progressiva de alimentos calóricos por alimentos mais saudáveis e atividades físicas.

Cada um deve explorar pouco a pouco novas maneiras de se alimentar, baseadas nas necessidades reais do próprio corpo e não em condicionamentos sociais e pressões das propagandas.

Como aumentar a saciedade?

Não passou nem uma hora que você almoçou, mas a fome já começa a aparecer? E, quando você come, os ataques de gula são frequentes?

Por isso, a solução para não bater de frente com a dieta é apostar na alimentação correta em um prato com alimentos ricos em nutrientes com forte poder de saciedade. Isso mesmo, a ideia é retardar a sensação de fome e evitar que você fique beliscando guloseimas ao longo do dia.

alimento mente e corpo

Um elevado poder saciante é encontrado em alimentos ricos em proteínas, fibras e água, enquanto alimentos ricos em gordura apresentam baixa capacidade de controlar o apetite.

Se a vontade de devorar o mundo é a grande inimiga da dieta, a saída é montar um cardápio repleto de comidas que enchem o estômago e ainda ajudam a eliminar os quilos extras.

Logo abaixo, montamos uma lista de opções que vão muito além das verduras ricas em fibras.

Como sentir menos fome durante o dia? Monte seu cardápio

Para se reeducar quanto a alimentação, uma das melhores estratégias é apostar em alimentos que dão saciedade. Veja quais são as melhores escolhas para montar o seu cardápio.

Café da manhã reforçado

Para não sentir fome ao longo do dia, o ideal é saborear um café da manhã rico em nutrientes, assim não chegamos na hora do almoço querendo abocanhar tudo o que vemos pela frente.

“A mistura de uma xícara de frutas picadas coberta com um pote de iogurte light, duas colheres de sopa de granola e uma colher de sopa de geleia resulta em um sabor intenso que mata a vontade de comer doce ao longo do dia”, recomenda a nutricionista Cyntia Antonaccio, da Equilibrium Consultoria.”Essa mistura é rica em fibras e, além de não prejudicar o regime, ajuda a não sentir fome”.

De acordo com a nutricionista Patrícia Bertolucci, é importante não deixar alguns grupos de alimentos de fora do desjejum. São eles:

Cereais integrais

Prefira a versão integral dos carboidratos, que auxilia no trânsito intestinal, já que possuem mais fibras. Eles também contribuem para a saciedade, pois demoram mais para serem digeridos.Cereais integrais é saudável

Laticínios

As proteínas presentes nos laticínios oferecem maior saciedade, pois a digestão é mais lenta, retardando o esvaziamento gástrico e, consequentemente, a fome.

laticinio é saudavel

Frutas 

São excelentes fontes de fibras, vitaminas, minerais e antioxidantes vitais para o bom funcionamento do nosso corpo. As frutas de cor alaranjada, ricas no pigmento betacaroteno, como o mamão, contém vitamina A, que é importante para manutenção da saciedade.

comer fruta é saudavel

Vitamina poderosa

No meio da tarde ou antes do almoço, uma aliada para espantar a fome é a vitamina. Com os ingredientes certos, você aproveita todos os benefícios e garante muita saciedade.

Optar pelas vitaminas com alimentos de cor alaranjada (cenoura, laranja, mamão), também é uma ótima opção para afastar a fome. Sem contar que a vitamina A, presente nessas frutas e legumes, auxiliam o funcionamento dos pulmões e do coração, dos olhos e do sistema imunológico.

Almoço

Para a hora do almoço, existem diversas opções de pratos que ajudam a manter a saciedade e te livram da fome que aparece no meio da tarde.

Aposte no arroz com feijão

A dupla é aliada da dieta. O arroz possui várias vitaminas do complexo B, carboidratos, cálcio, folato e ferro. Já o feijão é um alimento rico em proteína vegetal, fibras, fonte de ferro e vitaminas do complexo B. Ele é um tipo de amido resistente, ou seja, o carboidrato do feijão demora mais tempo para se transformar em glicose (açúcar no sangue), evitando picos de insulina e que o metabolismo fique lento”. “Além do valor nutricional, a ingestão do arroz com feijão proporciona uma saciedade de longa duração, muito diferente do hambúrguer, por exemplo, que nos faz sentir empanturrados e, em pouco tempo, sentir fome.

Vegetais até o talo

Outra dica para deixar seu almoço farto de nutrientes, é apostar nos talos de vegetais, que ajudam a dar sustância. Eles deixam as refeições mais completas já que apresentam um número grande de nutrientes, assim a fome demora mais para voltar. Podemos optar pelos talos de couve-flor, nabo, beterraba e adicioná-los a farofas, no cozimento do arroz e em sopas. As opções são super variadas.

Dica para o jantar

Para que o jantar esteja equilibrado, é necessário ter um alimento de cada grupo alimentar, no entanto, consumidos em menores quantidades. Assim, a fome não aparece no meio da noite e acordamos com o apetite controlado para o café da manhã. O jantar deve conter:
– Carboidratos (arroz integral, batata, macarrão integral)
– Leguminosas (feijão, soja, grão de bico)
– Carne (frango, carne vermelha magra, peixe)
– Verduras (alface, rúcula, agrião)
– Legumes
– Frutas (maçã, pera, uva)

Aposte nas folhas

As folhas verdes são campeãs de fibras e também contam com outra particularidade quando o assunto é saciedade. Elas exigem muita mastigação. Este é um mecanismo fundamental para o cérebro avisar a hora certa de você parar de comer. Não deixe de acrescentar ao seu prato alimentos ricos em fibras (alimentos integrais), que possuem baixo índice glicêmico e dão uma sensação de saciedade maior, evitando a fome alguns minutos depois do jantar.

Qual a importância das frutas na reeducação alimentar?

A fruta é o mais perfeito alimento, gasta uma quantidade mínima de energia para ser digerida e dá ao seu corpo o máximo em retorno.
O único alimento que faz seu cérebro trabalhar é glicose.

alimentação saudávelA fruta é principalmente frutose (que pode ser transformada com facilidade em glicose), e na maioria das vezes 90-95 por cento de água. Isso significa que ela está limpando e alimentando ao mesmo tempo.
O único problema com as frutas é que a maioria das pessoas não sabe como comê-las de forma a permitir que o corpo use efetivamente seus nutrientes.

Deve-se comer frutas com o estômago vazio?

A razão é que as frutas não são, em princípio, digeridas no estômago, são digeridas no intestino delgado.

As frutas passam rapidamente pelo estômago, dali indo para o intestino, onde liberam seus açúcares. Mas se houver carne, batatas ou amidos no estômago, as frutas ficam presas lá e começam a fermentar…

Você já comeu alguma fruta de sobremesa, após uma lauta refeição, e passou o resto da noite arrotando aquele desconfortável sabor restante?
É porque você não a comeu da maneira adequada. Deve-se comer frutas sempre com o estômago vazio.

Qual a melhor maneira de consumir frutas?

A melhor espécie de fruta é a fresca ou o suco feito na hora. Você não deve beber suco enlatado ou de recipiente de vidro.

Por que não? A maioria das vezes o suco foi aquecido no processo de vedação e sua estrutura tornou-se ácida.Quer fazer a mais valiosa compra que possa? Compre uma centrífuga.

Você pode ingerir o suco extraído na centrífuga como se fosse à fruta, com o estômago vazio.

E o suco é digerido tão depressa que você pode comer uma refeição quinze ou vinte minutos mais tarde. Isso não sou só eu quem diz.

Quais são os benefícios das frutas?

O Dr. William Castillo, chefe da famosa clínica cardiológica Framington, de Massachusetts, declarou que fruta é o melhor alimento que podemos comer para nos proteger contra doenças do coração.

Disse também que as frutas contêm bioflavinóides, que evitam que o sangue se espesse e obstrua as artérias. Também fortalecem os vasos capilares, e vasos capilares fracos quase sempre provocam sangramentos internos e ataques cardíacos.

Há pouco tempo, conversou com um corredor de maratona, num dos seminários de saúde que ele promove.

Ele era bastante cético quanto à natureza, mas concordou em fazer uso correto de frutas em sua dieta.

Sabe o que aconteceu? Diminuiu 9,5 minutos de seu tempo de maratona.
Cortou seu tempo de recuperação pela metade, e qualificou-se para a Maratona de Boston, pela primeira vez em sua vida.
Agora, uma coisa final que gostaria que mantivesse em sua mente sobre frutas.

Como começar o dia com frutas?

O que você quer é alguma coisa que seja fácil de digerir, frutas que o corpo pode usar de imediato, e que ajuda a limpar o organismo.

Quando levantar-se, e por tanto tempo durante o dia quanto for confortavelmente possível, coma só frutas frescas e sucos feitos na hora.
Mantenha esse esquema até pelo menos o meio-dia, diariamente.
Quanto mais tempo ficar só com frutas em seu corpo, maior oportunidade de ele limpar-se.

Se você começar a se afastar do café e dos outros alimentos ruins com que costuma encher seu corpo no começo do dia, sentirá uma nova torrente de vitalidade e energia, tão intensa que você mal acreditará.
Tente durante os próximos dez dias e veja por si mesmo.

Como a reeducação alimentar ajuda o cérebro?

Hábitos alimentares interferem diretamente na qualidade de vida do indivíduo, no entanto o estudo de como a alimentação afeta o cérebro é relativamente novo. (DINIS-2006)

Qual é a relação entre alimentação e desenvolvimento intelectual?

Atualmente especialistas discutem a importância da nutrição cerebral, para eles, segundo (DINIS-2006), atentar a alimentação cerebral pode:

“Desenvolver o cérebro e suas plenas capacidades, corrigir desvios de inteligência, preveni-los e aperfeiçoá-los”.

Desta forma é possível melhorar a qualidade de ensino adicionando nutrientes adequados ao desenvolvimento intelectual do indivíduo

Neste contexto Melo ressalta a importância das proteínas para o desenvolvimento cognitivo, ao afirmar que:

  • A formação de uma memória resulta de modificações ativadas por um sinal nas conexões das redes neuronais.
  • Quando uma informação é recebida, proteínas e genes são ativados nos neurônios.
  • Proteínas são produzidas e encaminhadas para as conexões estabelecidas entre neurônios.
  • Essas proteínas servem ao reforço e à construção de novas sinapses – aprendizagem (os locais de comunicação entre os neurônios).
  • Quando se forma uma nova memória, uma rede específica de neurônios é elaborada em diversas estruturas cerebrais, principalmente no hipocampo e depois a lembrança é gravada da mesma maneira no córtex, local de seu armazenamento definitivo (MELO – 2005).
  • Mas nem todas as proteínas são produzidas pelo organismo e são essenciais, portanto devem ser adquiridas através de alimentos. Além das proteínas, outros alimentos têm sido amplamente divulgados como formadores da função cerebral.

Veja o que diz alguns especialistas:

  • Ayer (apud GOMES, 2008) afirma que o sistema neurológico precisa de boas gorduras para funcionar e que a ingestão de gorduras trans e os aditivos químicos em excesso intoxicam os neurônios, comprometendo o desempenho cerebral, podendo causar demência, déficit de atenção, ansiedade e depressão.
  • Chudler (tradução-BASTOS-200_) confirma que os ácidos graxos do tipo n-6, influenciam na habilidade que os neurônios tem de utilizar-se da glicose. Baixos níveis do tipo n-3 podem causar deficiências visuais e a sua ausência pode causar problemas no aprendizado, motores e motivação, além de afetar outros sistemas que fazem uso dos neurotransmissores (dopamina eserotonina) no córtex frontal.
  • Coimbra (apud GOMES, 2008) aconselha a ingestão de vitamina B6 (feijão, lentilhas e fibras) para produção de neurotransmissores responsáveis pela atenção e diminuição da excitabilidade e de Omega 3 para estimulação dos neurônios.
  • Zajdenverg (apud GOMES, 2008) chama a atenção para os efeitos benéficos ao bom funcionamento do cérebro, ofertado pelo consumo de alimentos antioxidantes e de cor avermelhada, bem como das proteínas presentes no leite e nos ovos.
  • Para Almeida [200], alimentos ricos em vitamina B1 reforçada com um bom aporte de vitamina B12, são boas fontes que alimentam o cérebro. Sua carência faz com que se acumulem substâncias tóxicas que provocam lesões no sistema nervoso.
  • Embora cada especialista faça alusões a diferentes nutrientes, a grande maioria segundo Dinis (2006) acredita na força da nutrição na produção da memória, equilíbrio de humor, concentração e consequente aprendizagem.

Para regenerar e revigorar a condição mental, é necessário adquirir um estilo de vida saudável que inclui, relaxamento, meditação, exercícios e bom sono.

Mas tudo isso será em vão, se não houver a matéria necessária para um bom funcionamento do cérebro. Em suma, a forma como se come pode ajudar na produção da inteligência e consequente sucesso das atividades mentais, bem como no equilíbrio das emoções e comportamento.

Reeducação alimentar: qual o perigo do sal?

Sódio em excesso ainda pode contribuir para ganho de peso, pedras nos rins e até câncer. Entenda por que não adianta só abolir o saleiro.
Ele é o ingrediente da vez na pauta das indústrias que buscam tornar seus produtos mais saudáveis. O mineral, que é o principal componente do sal de cozinha, tem visitado bem além da conta a mesa dos brasileiros.

sal é perigoso

Alimentação saudável: sal é perigoso

A questão não se restringe aos abusos na hora de salgar as refeições. São os altos teores que se escondem entre centenas de alimentos que preocupam as autoridades. Tanto é que um documento assinado recentemente propõe a redução do nutriente em itens bastante vendidos no mercado.

Como diminuir o consumo de sal ajuda na saúde?

Segundo a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia), esse desafio visa render resultados tão significativos quanto os obtidos com a retirada da gordura trans de vários produtos desde 2009. São medidas importantes não só para o coração, como você verá adiante.

Baixar o consumo de sódio é uma das medidas mais custo-efetivo em termos de saúde pública, uma vez que repercute no combate às doenças crônicas, primeira causa de morte e de gastos em tratamento no país, Declara Patrícia Jaime, coordenadora-geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde.

Entretanto, a Abia reconhece que não é tarefa das mais singelas restringir o sódio devido às suas funções de conservar e dar textura aos alimentos, bem como atuar no controle microbiano de queijos, embutidos e defumados.

Como diminuir a quantidade de sal consumida?

No entanto, a meta é clara: no prazo de dois anos, muito sódio deve cair fora dos pães, das massas prontas, das bolachas

Percebemos que as pessoas até tiram o sal no momento de temperar, mas não enxergam a necessidade de tomar cuidado com os industrializados, diz o cardiologista Heno Lopes, do Instituto do Coração de São Paulo, o Incor.

Quais são os maiores problemas do sal?

A questão é que, mesmo quando esse compromisso for concluído, ninguém estará autorizado – como não está hoje – a cometer excessos.

Sódio em demasia é um dos principais fatores por trás da pressão alta, condição que vitima pelo menos 30 milhões de brasileiros e que, se não for tratada, propicia infartos e derrames.

Só que as desordens impulsionadas pelas altas taxas do ingrediente não param por aí. Como você entenderá nos infográficos desta reportagem, esse mau hábito colaboraria para pedras nos rins, osteoporose, ganho de peso…

Como cortar o sal ajuda no emagrecimento?

Sim, quilos a mais! A começar pelo fato de que gera retenção de líquido e aquele inchaço que tanto incomoda a aparência. Além disso, indivíduos que exageram em itens cheios de sódio tendem a ter mais sede e, hoje em dia, costumam apelar para bebidas muito calóricas, aponta o endocrinologista Alfredo Halpern, do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Não bastasse evidências de que sal e sódio em abundância desgovernam vários fenômenos dentro do corpo, existem algumas teorias para explicar suas ameaças potenciais.

No caso do peso, por exemplo, há um time de cientistas americanos que acredita que o sal possa interferir em áreas do cérebro que regem a vontade de comer, contribuindo, assim, para a obesidade.

Como o sal está relacionado com o câncer?

Outra suspeita recai sobre o elo entre a ingestão exacerbada e tumores, sobretudo no sistema digestivo.

Uma investigação capitaneada pela Universidade do Porto, em Portugal, revelou que pacientes com câncer de estômago apresentavam um consumo de sal superior ao mensurado em pessoas livres da doença.

“Ainda desconhecemos os mecanismos que respondem por essa associação, mas já se pensa que o sal cause danos na mucosa gástrica” – Diz a epidemiologista portuguesa Bárbara Peleteiro. Ele abriria brechas para bactérias ou substâncias do cigarro, por exemplo, semearem um câncer ali.

Como escapar das armadilhas do sal?

Motivos não faltam para botar o saleiro de escanteio e ainda maneirar no que está exposto nas prateleiras dos supermercados – isto é, no sódio oculto.

Só que em algumas situações parece quase impossível não cair na cilada. Pensemos em um restaurante japonês e no costume de mergulhar sushi e sashimi no molho de soja.

“Use a versão light do tempero, mas sem dobrar a dose, e evite submergir o alimento totalmente no recipiente”, orienta a nutricionista Ana Paula Fioretti, da Universidade São Francisco, em Bragança Paulista.

Outro contexto propício para ataques salgados de gula é o churrasco. Saiba, porém, que dá para minguar o teor de sódio nas carnes.

Se você é adepto do sal grosso, não pese a mão e, depois de polvilhar a peça, retire o excesso. Ainda há uma receita para ganhar sabor e economizar cloreto de sódio.

“Pode-se deixar a carne imersa em um molho feito de vinho, vinagre, alho, cebola e ervas até que o tempero seja absorvido. Isso vai diminuir, mais tarde, a necessidade de usar muito sal”, recomenda a nutricionista Ana Beatriz de Oliveira, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Quais são as melhores maneiras de substituir o sal?

O ideal é lançar mão de tomilho e endro nas carnes vermelhas e do alecrim nas aves”, completa sua colega Vanuska Lima da Silva, da mesma instituição.

alimentação saudável: troque sal por tomilho

Alimentação saudável: troque sal por tomilho

Quanto aos alimentos industrializados, cabem algumas considerações, até porque eles continuarão presentes no dia a dia. O norte, nesse sentido, é priorizar, sempre que possível, os alimentos naturais.

Por exemplo, troque o suco em pó pelo de frutas frescas, o bolo e a sopa de pacote pelas versões caseiras.

                      Alimentação saudável: troque suco em pó por frutas

Alimentação saudável: troque suco em pó por frutas

No caso do macarrão instantâneo, um dos campeões em sódio, o problema está no tempero. Você pode substituí-lo por um refogado de alho, cebola e orégano.

O mesmo raciocínio se aplica à massa tradicional. Em vez de prepará-la com o extrato de tomate, invista no molho caseiro, dá mais trabalho, mas as taxas de sódio despencam.

E lembre-se de olhar os rótulos, desconfie do que é muito barato, porque geralmente a matéria prima é inferior e a receita vem carregada do ingrediente. Pitadas de senso crítico caem muito bem para resguardar seu corpo.

Reeducação alimentar: como substituir alimentos?

 A seguir conheça os benefícios e malefícios dos alimentos mais consumidos no dia a dia e os que podem ser substituídos para você ter uma qualidade de vida melhor:

  • Açúcar refinado – pode ser substituído por mel, açúcar mascavo e rapadura;
  • Doces – podem ser perfeitamente substituídos por frutas secas, nozes e grãos;
  • Sal – pode ser substituído por ervas aromáticas, algas em pó e soja;
  • Farinha de trigo – substituir por fubá de milho, farelo de trigo ou de arroz;
  • Pão branco – substituir pelo pão integral, biscoitos de trigo integral;
  • Carne – pode tranquilamente ser substituído por peixe, laticínios fermentados, cereais ou leguminosas;
  • Proteína Animal – por Proteína Vegetal;
  •  Refrigerantes e bebidas alcoólicas: podem ser substituídas por água mineral natural ou suco de frutas natural e ainda pela água de coco;
  •  Gorduras aquecidas – óleos adicionados após o cozimento no vapor ou em banho-maria;
  • Conservas e alimentos cultivados com produtos químicos – estes podem ser substituídos por alimentos orgânicos ou alimentos frescos.

Proteínas: quanto colocar no prato?

A proteína prolonga a saciedade e, daí, facilita o emagrecimento. Por outro lado, se consumida em excesso, pode elevar o risco de tumores e doenças cardiovasculares. Por isso, vale questionar até que ponto aumentar a porção;

Imagine um time de futebol em que todos os jogadores são atacantes — sem goleiro, zagueiros ou meio-campistas. Seria um caos, não? A equipe inteira estaria focada em marcar gol, mas não haveria ninguém para defender e criar jogadas.

Agora, transponha essa situação para o nosso organismo, que precisa de vários nutrientes para obter energia, reparar tecidos e se proteger de invasores. Sem substâncias com diversos papéis, também ficamos alvos de desfalques, que, nesse caso, significam ceder espaço a distúrbios.

Não é por menos que os especialistas repetem o velho mantra de equilibrar a dieta e colocar na balança as vantagens e as desvantagens de aumentar o consumo de um nutriente específico. A bola da vez, há algum tempo, é a proteína.

Proteínas aumentam a saciedade?

Duas pesquisas esquentam a discussão sobre incrementar ou não a oferta proteica ao cardápio. O primeiro, da Universidade Purdue, nos Estados Unidos, aponta o lado positivo dessa estratégia: a proteína, de fato, aumenta a saciedade e evita ataques à geladeira à noite.

“A digestão desse nutriente é mais difícil e lenta. Então, ele passa mais tempo no estômago”, diz a nutricionista Marina Romanini, da Universidade Federal de São Paulo.

Proteínas podem causar câncer?

No entanto, o nutriente não escapa de acusações. Outro trabalho, este da Universidade de Aberdeen, na Escócia, sugere que os fãs de menus hiperproteicos correm maior risco de câncer no intestino. É que os mais fanáticos pelo ingrediente muitas vezes deixam de lado carboidratos e vegetais.

“Aí a dieta se torna mais rica em gordura e fornece menos vitaminas e minerais, abrindo espaço para diversas doenças”, concorda a nutricionista Rosana Maria Cardoso, do Hospital Israelita Albert Einstein, na capital paulista.

Quanto comer de proteínas por dia?

Será que vale a pena, então, enfrentar esse risco com o intuito de emagrecer? Segundo os especialistas, a resposta é não. Para eles, a recomendação de ingestão diária preconizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já contempla a dose saudável e segura.

“O ideal é consumir entre 0,8 e 1,2 grama de proteína por quilo de peso corporal todo dia”, orienta a nutricionista Paula de Oliveira, do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Uma pessoa de 60 quilos, por exemplo, deve comer cerca de 60 gramas por dia — e, pelas páginas desta reportagem, você terá bons exemplos de como suprir essa cota.

O que fazer para diminuir a vontade de comer?

Há anos a proteína carrega a fama de ser um nutriente pró-emagrecimento. E o trabalho americano reforça esse status.

“Na absorção das proteínas, ocorre um aumento no gasto de energia corporal, maior do que o provocado por carboidratos e gorduras”, afirma Paula. Se o organismo trabalha a mais, também torra calorias.

O segredo da dieta hiperproteica, contudo, está ligado à redução dos carboidratos, o que propicia uma queima dos estoques de gordura. “Sem o excesso deles, essas reservas são destruídas”, diz a nutricionista Livia Yokomizo, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. “Além disso, a queima libera substâncias que atuam no sistema nervoso, aumentando a saciedade.”

Apesar dessa vocação para promover sensação de barriga cheia, a dieta farta em proteína está saindo de moda. “Saciedade por saciedade, é preferível recorrer às fibras”, dispara Marina.

Essas substâncias fornecidas por frutas, verduras, legumes e cereais integrais também passam devagarinho pelo estômago e, mais do que isso, estabilizam o funcionamento do intestino, facilitando a tarefa de enxugar as medidas.

Qual a relação entre alimentação e exercícios físicos?

Esportistas regulares ou habituais, aqueles que não se restringem a alguns minutos de atividades nos finais de semana, mas têm uma rotina mais constante, nem sempre conseguem manter uma alimentação balanceada no seu dia a dia.

Alimentação Saudável: nutrição esportiva

Como os suplementos ajudam na alimentação?

Para isso existem diversos suplementos que podem ajudar a manter a boa saúde e o rendimento do treino.


Isso também vale para aqueles que já podem ser considerados semi-profissionais e, principalmente, para os atletas de alto rendimento.

“Em todos os casos, a suplementação vem para evitar a fadiga, melhorar o anabolismo, o rendimento dentro da prática do esporte e fazer com que os treinos não sobrecarreguem o organismo ou mesmo causem danos a saúde”. Luciane Vieira, nutricionista do esporte.

Alimentação saudável, função do suplemento

Qual a importância da proteína na alimentação saudável?


Um dos principais pontos a serem suplementados é o nível de ingestão de proteína, diz a especialista.

Esse tipo de suplementação também é importante para aqueles que estão engajados em treinos resistivos com pesos. Pois, sem esse complemento o corpo pode tirar energia de onde não deve.

Veja: todos os tipos de peso para treino resistido

Qual a importância de planejar a alimentação para os treinos?


Claro que estamos falando de um treino minimamente planejado, onde além do preparador físico tenhamos a figura do nutricionista especializado em esportes.

Essa coisa de, só porque está frequentando uma academia, o indivíduo acha que pode ir na loja da esquina e comprar suplementos proteicos é algo fora de questão.


Sem um plano adequado, os indivíduos não sabem nem quais são suas deficiências, quanto mais o que é ideal para complementar suas perdas. Ou seja, acabam comprando “por indicação” algo que é individualizado.

Afinal cada organismo reage diferente a determinados exercícios e nutricionistas fazem algumas dezenas de cálculos para determinar as necessidades individuais.


E o que deveria atender a um objetivo específico – uma melhora na saúde global através de uma boa nutrição e, consequentemente, um treino com melhores resultados – acaba virando uma troca de “achismos” entre companheiros de academia.

Planejar o treino é importante. Escolher a modalidade e consultar especialistas na área, como cardiologista, educador físico e nutricionista.

Antes de começar a rotina seria a melhor coisa, pois de imediato esse indivíduo saberia as limitações e as atenções necessárias para não ter problemas de saúde. Gastar energia e não saber repor de forma adequada é um erro muito comum.

Como cuidar da alimentação em treinos longos?

Esportistas com treinos de resistência e de longa duração – como é o caso de corredores, ciclistas, nadadores e triatletas – além da suplementação protéica, também devem ficar atentos ao consumo dos carboidratos. “Se for necessário o profissional de nutrição pode indicar uma suplementação nessa direção, especialmente de carboidratos complexos adicionados de minerais e aminoácidos.”

Esse perfil de esportista também precisa de atenção no treino regular, que já é bem mais intenso do que o daqueles esportistas habituais. “Eles treinam muitas horas por dia e mesmo em repouso o metabolismo desses indivíduos gasta mais energia. Então é preciso suplementar a alimentação quase constantemente, mesmo quando não envolve aumento de performance, mas manutenção do corpo.”

A falta de atenção na alimentação pode causar problemas sérios. Em casos extremos a perda de sais minerais, potássio e outros nutrientes a reposição inadequada via alimentação e suplementação pode levar até mesmo ao óbito, avisa a nutricionista. “Por isso é importante uma equipe multidisciplinar, que observe o exercício físico e os atletas como um todo que trabalha conjuntamente”, finaliza.

Ser vegetariano traz benefícios?

Nós sabemos que a alimentação correta traz uma série de vantagens para o organismo. Embora existam muitos profissionais da saúde que defendam os benefícios de uma dieta onívora (que inclui produtos derivados de animais), também existem pessoas que acreditam que a alimentação vegetariana (livre de carnes) pode fazer bem para a sua pele.

Qual a importância para a pele?

E é isso que apontam alguns profissionais: uma dieta baseada apenas em vegetais e grãos pode ser muito benéfica para a sua pele. Tudo começa com as gorduras saturadas presentes na carne que aumentam o risco de doenças cardiovasculares. Esse tipo de alimentação pode dificultar a nutrição da pele e fazer com que ela perca o viço e o brilho, chegando a perder células de colágeno e elastina.

Acne x carne

A acne, que ameaça a saúde da pele de tantas pessoas, também pode surgir pelo consumo excessivo de carne. Estudos apontam uma relação direta entre o consumo de carne e o aparecimento de acne e outra pesquisa, realizada apenas com mulheres, em que os cientistas descobriram que o leite também pode ser um dos responsáveis pela acne e pela oleosidade da pele.

No caso da carne, a vilã da pele seria a leucina – um aminoácido de origem animal cujo consumo deve ser controlado. Já a questão do leite, segundo os pesquisadores, é porque boa parte do leite que consumimos é proveniente de vacas prenhas, o que faz com que o alimento tenha uma grande concentração de hormônios.

O que fazer para ter a pele perfeita?

No entanto, não basta apenas retirar os produtos de origem animal da dieta para conquistar a pele perfeita. É preciso tomar cuidado com as substituições que serão feitas para compensar a retirada desses alimentos.

A melhor troca possível é substituir a carne e alimentos de origem animal por frutas e vegetais. Isso porque esses ingredientes são ricos em nutrientes – o que é fundamental para a saúde – e contêm uma grande quantidade de água, ajudando a hidratar a pele, preencher pequenos sulcos e marcas de expressão e resgatar o brilho natural.

Por exemplo, existem alguns alimentos que melhoram as condições da pele, como:

  • Morango – Assim como frutas vermelhas em geral, são ricos em vitamina C, componente essencial para a revitalização, preservar a elasticidade e a firmeza.
  • Tomate – Rico em antioxidantes, apontado como ótima pedida para reduzir o tamanho dos poros da pele.
  • Cenoura – Rica em vitamina E, ajuda na formação de colágeno e elastina, mantendo a pele saudável, firme, hidratada e sempre jovem.
  • Maçã – Uma por dia é a cota para ter a pele saudável e dar tchauzinho à vermelhidão.

Além destes, existem muitas outras frutas e vegetais que podem ajudar na melhoria da pele e da saúde como um todo.

O vegetarianismo é uma opção de muitas pessoas no mundo, vale ter uma conversa com sua nutricionista e pôr em pauta a possibilidade da substituição da carne por alimentos naturais.

Como evitar a obesidade?

Dados obtidos através da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), realizada pelo Ministério da Saúde em parceria com o IBGE, comprovam que 56,9% dos brasileiros com 18 anos ou mais estão acima do peso, o que representa 82 milhões de pessoas.

Esse número é resultado das mudanças no padrão de alimentação do brasileiro, bem como o menor tempo dedicado a atividades físicas. Nesta pesquisa foram avaliadas medidas da relação cintura/quadril, o que é muito importante, pois essa medida esta diretamente relacionada a doenças como, hipertensão e diabetes, que levam a problemas cardíacos.

A obesidade é um dos males do século e sabendo que o excesso de peso e obesidade são fatores de risco para outras doenças que constituem um problema global de saúde é necessário citarmos os cuidados que devem ser tomados para que isso não se agrave!

Como diminuir o problema da obesidade?

Algumas mudanças no seu estilo de vida, como limitar calorias ou redistribuí-las de forma mais harmonioza e fazer exercícios físicos já serão de muita valia para se obter resultados a longo prazo, sendo que o objetivo principal deve ser melhorar a saúde e a perda de peso será consequência.

Entretanto, essa “simples” fórmula reduzir o que se come e aumentar o que se gasta, pode não ser tão fácil de fazer e manter e por isso deve-se procurar um profissional da área (nutricionistas e endocrinologistas) para que seja monitorado e auxiliado da melhor forma.

Como a mudança alimentar muda a saúde?

Ao readaptar os hábitos alguns fatores já apresentam melhora, tais como:

  • Enxaqueca: melhora de 57%
  • Depressão: melhora de 47%
  • Apneia Obstrutiva do Sono: melhora de 74% a 98%
  • Doença Hepática Gordurosa: melhora de 90%
  • Hipertensão: melhora de 69%
  • Refluxo: melhora de 72%
  • Diabetes (tipo 2): melhora de 82% a 98%

Procurando sempre melhorar a qualidade de vida, todos os outros benefícios virão juntos e com certeza tudo será mais fácil!

Apostar na reeducação alimentar é fundamental para uma mudança de vida. Alie isso ao exercício físico e a tratamentos estéticos para que seus resultados sejam ainda mais específicos, tanto em beleza quanto em saúde e bem-estar.

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